segunda-feira, 7 de outubro de 2013
O Fardo da Responsabilidade
Ambição. Uma palavra curiosa, carregada de um significado poderoso e, para muitos, motivo de edificação e ruína de impérios, sejam eles físicos, globais, econômicos ou - como é, de fato, mais frequente - pessoais. Levados pela ambição, esta provavelmente uma forma manifesta da inevitável disputa pela sobrevivência e a busca da aptidão, descobrimos o fogo, a agricultura, e o carro conversível rebaixado. Então é de novo que constato, com surpresa, que uma faceta tão natural da vida de cada um de nós ressurge para me estocar por trás com violência. Deveria seguir os conselhos que um grande mestre da narrativa brasileira e amigo meu daria: "PARA DE SER ENGAJADO, MULEQUE". Pois é em horas como estas, contando os fios de cabelo por entre meus dedos e tomando um coquetel misterioso embora um tanto saboroso de sedativos leves, bebidas alcóolicas e chá de camomila para diminuir minha arrítmica e acelerada taxa cardíaca, que penso se minha satisfação pessoal vale minha insatisfação pessoal. E logo em seguida penso em como essa frase é estúpida. Mas assim que é a vida, especialmente aqui no meu confessionário.
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