Hoje em dia, a palavra da moda é 'bullying'. "O que é bullying?", você, meu interlocutor unicamente deprivado de contextualização social, pode perguntar. Para isso, eu lhe respondo: bullying é um nome recente a um fenômeno antigo, nos quais os protótipos de nossos futuros, devido a suas mentes jovens e ainda não completamente formadas, junto de seus preceitos sociais e regras de convivência imaturas, interagem entre si, causando muitas vezes fissuras em suas elipses sociais para o propósito explícito de fortalecê-las, completamente ignorantes do peso real que isso pode causar na cabecinha em desenvolvimento da criança alvo dessa execração psicológica.
"Mas Puta, então você acha que o bullying faz mal as pessoas?"
Não, muito pelo contrário de sim! A crueldade infantil é tão natural quanto a luz da lua que inspira o poeta. Essa dinâmica cria construtos sociais tanto nos bullyantes quanto nos bullyandos, construtos estes essenciais para a vida do animal social que é o homem.
"Mas Puta, e os casos das crianças que enlouquecem, matam outras, cometem suicídio, ou sofrem a vida inteira por causa de traumas estabelecidos e sofridos na infância?"
Bom, para eles, eu digo apenas uma coisa: Darwin, otários.
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