Tantas pessoas, perdidas como galhos quebrados numa baía tempestuosa, guiam suas vidas com uma meta simples: ter sucesso. Algumas conseguem e convivem alegremente com si próprias e com suas conquistas, enquanto outras naufragam num oceano de depressão, miséria e autopiedade. O que separa o primeiro grupo do segundo? Genética? Oportunidade? Esforço?
Eu diria que é algo mais simples: os felizes são aqueles que aprendem a moldar o sucesso a sua forma, e não o contrário. Pois eu lhe questiono, quem é mais feliz: o gordo granudo que obtém níveis orgásmicos de endorfina quando destrói a Radiant Tree ou aquele que é feio, antissocial, mas tudo que mais quer é ser amado, famoso e desejado?
Portanto eis a receita da felicidade, meus amigos multiétnicos: abaixe seus padrões.
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